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domingo, 10 de abril de 2011

Militares tentam tirar "Amor e Revolução" do ar.

Apesar de não conseguir bons índices de audiência, a novela do SBT Amor e Revolução já está dando o que falar. Um portal militar resolveu fazer um abaixo-assinado contra a novela de Tiago Santiago, que aborda o período da ditadura militar que ocorreu no Brasil nas décadas de 60, 70 e 80.
Em nota, para o NaTelinha, os militares alegam que  “é óbvio que o governo federal através da comissão da verdade, recém criada, está participando do acordo em exibir a novela Amor e Revolução no SBT. Parece-nos que se trata de um acordo firmado com o empresário Silvio Santos, visando o saneamento do Banco Panamericano do próprio empresário. As forças armadas não devem permitir, dentro da legalidade, que tal novela seja exibida, pelos motivos óbvios abaixo declarados. Convém salientar que as forças armadas já se manifestaram negativamente a respeito da novela Amor e Revolução”.

E completam “sendo assim, o efetivo da forças armadas, tanto da ativa como inativos e pensionistas, vêm respeitosamente através desse abaixo assinado, como um instrumento democrático, solicitar do digno Ministério Público Federal, representado acima, providências em defesa da normalidade constitucional, vista o cumprimento da lei de anistia existente, conforme já decidiu o Supremo Tribunal Federal. Nestes termos pede deferimento em caráter urgentíssimo”.

Para o mesmo site, Thiago Santiago se defendeu, dizendo “felizmente a ditadura e a censura acabaram e hoje a gente pode contar uma história sem medo. Ou deveria poder”. Em seu twitter, Cesar Filho, jornalista da emissora, disse que "o sucesso da novela está encomodando os militares".

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Hoje em Amor e Revolução (07|04).

AMOR E REVOLUÇÃO Maria Paixão acusa José de ser um militar infiltrado Nesta quinta, às 22h15
Hoje em Amor e Revolução
capítulo 3 / qui – 7/4
Maria se esconde. José a encontra. Ela acusa José de ser um militar infiltrado. Dr. Ruy diz a Telmo e Fritz que eles pegaram pesado com Carlo. Odete está em desespero. Olivia acusa Filinto e o General Lobo Guerra de formação de grupo de extermínio. Maria e José lutam contra policiais. No Jornal, Lúcia flagra Thiago abraçado com Marina. Fritz faz tortura psicológica com Odete. Lúcia tem uma crise de ciúmes e discute com Thiago. Fritz coloca Odete em cadeida de dragão, instrumento de tortura. Ana e Olivia desconfiam que os pais de Alice e Lara estão mortos. Fritz tortura Odete e pergunta onde os comunistas estão preparando a guerrilha. José revela a Maria que é de uma família de militares. Eles conversam sobre a política, o golpe e a ditadura militar. Maria insiste em saber qual o trabalho de José Guerra. Ele é evasivo. Jandira, Batistelli e Bartolomeu são perseguidos por policiais em estrada.

sábado, 2 de abril de 2011

Tiago Santiago levanta questão perigosa em sua entrevista.

Imagem do documentário 'Muito além do cidadão kane'Nesse domingo vai ao ar uma entrevista com Thiago Santiago, autor da novela ‘Amor e Revolução’, no programa de Marília Gabriela, do SBT. Entre várias declarações interessantes, uma se desatacou: o escritor disse ter dado, há anos atrás, um projeto similar à Globo, um convite que a mesma dispensou.

Um tema muito polêmico vem a calhar - por que a Globo recusou fazer uma novela sobre a ditadura militar quando o autor ofereceu a sinopse?


O ano é 1965, ditadura militar implantada no Brasil e o povo confuso. A Globo fecha contrato com o grupo Time-Life, ganha 5 milhões (na época, um dinheiro absurdo) adere ao regime militar na deposição do governo constitucional de João Goulart. Os militares compreendem os benefícios de uma TV de alcance nacional que proclamassem seus “feitos” e prestam total apoio ao projeto de poder de Roberto Marinho. Enquanto pessoas eram torturadas e mortas nos porões da ditadura, a Rede Globo mostrava carnaval e festa num país bonito por natureza.

 
Vieram as reações populares à ditadura e a determinação do Império de se proceder, no Brasil, a uma “abertura lenta, gradual e segura” rumo à democracia. A Rede Globo apresentava uma cobertura exageradamente excêntrica durante a qual manifestações populares contra a ditadura eram apresentadas como “Festas Populares” em São Paulo e outros pontos do país. A ira estava lançada: “O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”.

Mas será que foi tudo culpa da Globo? Será que o único jeito de começar uma nova rede de televisão não era, realmente, se filiar ao movimento militar?

Até hoje a emissora é acusada de ter financiado e dado espaço à ditadura, mas o que poucos sabem e muitos ignoram é o fato de já existir no Brasil uma série de outras emissoras: as Redes Tupi – que sairia do ar em 1980 – e a Excelsior – que teve o mesmo destino dez anos antes –, Record e Cultura, que estão no ar até hoje. Com exceção da segunda, todas as outras emissoras ajudaram o regime.


Todos fazem a ligação entre a Globo e a ditadura por que a emissora foi um caso à parte. Cinco anos após entrar no ar, já em 1970, era líder absoluta de audiência. A emissora dos Marinho conquistou o espaço deixado pela Excelsior e teve na sua programação algo inédito, criado por Walter Clark, o chamado sistema ‘sanduíche’ - onde entre duas novelas, já na época o estilo de programa mais popular, deveria haver um jornal, neste caso o Jornal Nacional - que entrou no ar em 1º de setembro de 1969.


Na época, o Jornal Nacional se tornara o ‘porta-voz’ da ditadura, mas isso só ocorreu por que a Globo decidiu criar um jornal para informar a população do que estava acontecendo no país. Se as outras emissoras tivessem pensado nisso antes, talvez carregassem o fado que a Globo tem até hoje: o de ter ficado contra o povo na época da ditadura.


Enfim, a população só vai olhar a Globo com uma visão pura quando a emissora matar a síndrome da ditadura militar. Não houve culpados, não há suspeitos e não há crime (pelo menos não existem condenados).


Enfim, o programa de Marília Gabriela vai ao ar nesse domingo, as 00h00.


Colaboração – ‘Fazendo Mídia’ e ‘Cultura Brasil’

Esse texto não visa prejudicar ou ajudar nenhuma emissora ou parte em questão. Pauta-se apenas em fatos e questionamentos.

SBT divulga fotos de 'Amor e Revolução' e promete tremer o Brasil com novela.


Em Amor e Revolução, de Tiago Santiago, os atores Marcos Breda e Gabriela Alves viverão casal que é perseguido pelos  militares da ditadura. Carlo Fiel (Marcos Breda) é um comunista revolucionário, considerado como perigoso subversivo pelos militares da “linha-dura”.

Odete Fiel (Gabriela Alves), sua mulher, sofre terrível perseguição e também é considerada uma criminosa.

Veja a foto do casal abaixo:

E segue mais uma foto da novela divulgada pela emissora, cena que será usada nos primeiros capítulos:

Todas as fotos são assinadas pelo fotógrafo Lourival Ribeiro, do SBT.

terça-feira, 29 de março de 2011

DITADURA MILITAR É TEMA: Confira o resumo dos dois primeiros capítulos de 'Amor & Revolução'.

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(Foto: Reprodução - SBT)
Capítulo 1, terça-feira, 05 de abril


É 1964 e Nina Madeira está em esconderijo na mata com jovens e fala sobre a Revolução no Brasil. Eles discutem sobre a política brasileira. Homens encapuzados chegam, começam a atirar e jogam bomba no local. Nina consegue fugir pela mata, mas uma jovem é morta. José Guerra vai reconhecer o corpo da jovem, que é sua namorada Cléo. O delegado Aranha e o inspetor Fritz prometem encontrar os culpados. Desolado, José Guerra recebe o apoio da família. José diz ao pai, o General Lobo Guerra, que vai vingar a morte de Cléo. Maria Paixão faz discurso no qual apoia a reforma agrária no país. Thiago e Lúcia, pais de Maria, assistem às notícias na TV sobre uma possível Revolução no Brasil. Em esconderijo no sítio, Jandira e Batistelli falam a respeito dos preparativos para a luta armada. Eles discutem sobre os ideais de liberdade e igualdade. Jandira diz que vai lutar ao lado de Batistelli. José Guerra conta ao pai, o General Lobo Guerra, que as notícias sobre o golpe militar correm pelo país. Na redação do Jornal, Thiago, Dra. Marcela, Marina e Mário conversam sobre o caos político que o Brasil se encontra. Os quatro falam sobre o poder da imprensa numa época tão obscura. José diz ao irmão, Filinto, que prefere romper com o pai e o irmão a participar do golpe militar. Maria Paixão comunica à família que vai para o Rio de Janeiro participar de uma Assembléia ao lado de estudantes. A jovem quer lutar por seus ideais. O General Lobo Guerra pede ao filho, José Guerra, que também vá ao Rio de Janeiro à paisana para apurar informações sobre o Movimento Revolucionário Brasileiro. No Jornal, Dra. Marcela recebe telefonema anônimo sobre ameaça de bomba. Nina conta a Duarte o que passou na mata. Ela está em pânico, pois foi a única sobrevivente da chacina. Artistas do grupo de teatro prometem combater o golpe militar. O Coronel Demóstenes é assassinado pelo Tenente Telmo. O General Lobo Guerra acoberta o crime. O sítio em que Jandira e Batistelli estão escondidos é cercado por policiais. Jandira foge e Batistelli troca tiros com os militares. Considerados subversivos, Carlo e Odete planejam fuga da cidade. O casal despede-se das filhas Alice e Lara. Fritz, um militar torturador, persegue o casal. Mário e Maria Paixão estão na Assembléia da UNE. José Guerra chega à paisana e diz para os estudantes sairem do local, pois o policiais cercaram o prédio. Maria e José se encontram pela primeira vez. José a protege de bomba de gás lacrimogêneo. O Delegado Aranha fecha o cerco contra Batistelli, que consegue se esconder. Fritz captura Carlo e Odete e os algema. As filhas do casal são levadas pelos militares. Jandira é perseguida na mata pelos policiais, que estão fortemente armados. O Jornal recebe confirmações de morte por telefax de vários lugares do Brasil. Filinto leva as garotas Lara e Alice, filhas de Odete e Carlo, para sua casa. Carlo e Odete são levados para a sala de tortura.
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(Foto: Reprodução - SBT)

Capítulo 2, quarta-feira, 06 de abril


José Guerra conta a Maria Paixão e Mário que os militares venceram e que Jango fugiu. Maria diz que nunca vai deixar de resistir. Odete e Carlo passam a ser torturados psicologicamente para revelar o que sabem. Jandira e Batistelli se reencontram e saem do sítio. Filinto leva as duas meninas para casa. Olivia acolhe Lara e Alice. Carlo passa a ser fortemente torturado pelos militares. O General Lobo Guerra repreende Filinto por ter levado Lara e Alice para a mansão da família Guerra. José Guerra pede o número de telefone de Maria Paixão. Na redação do Jornal, indignada, Dra. Marcela lê baixa de civil. Marina, dona do Jornal, aconselha Thiago a se cuidar, pois ele foi membro do partido Comunista. Dra. Marcela pergunta a Marina se ela sente algo por Thiago. Idealista, Nina diz aos integrantes do grupo de teatro que a única solução é partir para a luta armada. Carlo é colocado na cadeira do dragão, instrumento de tortura. Delegado Aranha diz que é a última chance que Carlo tem para falar algo sobre o Movimento Revolucionário. Odete começa a gritar desesperada ao ver o marido em tal situação. Jandira e Batistelli chegam à casa de Lúcia, mãe de Maria Paixão, mulher de Thiago. Os dois pedem ajuda. Thiago diz que é perigoso os dois ficarem em sua casa. Lúcia entrega dinheiro para Jandira e Batistelli fugir. Mário pergunta a Maria Paixão se ela ficou interessada no suposto João Mariano. Mário desconfia de que o suposto José Mariano é um militar infiltrado. Jandira e Batistelli deixam a casa de Lúcia e Thiago. O médico do exécrito, Dr. Ruy, examina Carlo. Odete implora para o médico salvar seu marido, que vai para o hospital. Maria fala para os estudantes que os militares deram o golpe, mas ela afirma que eles não podem deixar de resistir. Os policiais chegam no momento e alguns estudantes são espancados. Carlo entra em convulsão por conta dos choque elétricos.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Autor de 'Amor e Revolução' investe em personagens gays!

Marcela, a advogada lésbica vivida por Luciana Vendramini, não será a única personagem gay de “Amor e Revolução”. Chico (Carlos Thiré) é um diretor de teatro bissexual que ao longo da novela se apaixona pelo hippie João (Paulo Leal). “O Chico não assume que também gosta de rapazes, mas quando bebe começa a querer beijar os colegas”, diz o autor.
Carlos Thiré, que interpreta o diretor de teatro bissexual chamado Chico Ernando Tiago, o torturador Fritz que vai se apaixonar por Chico Luciana Vendramini (esq.), cuja personagem se apaixona por sua amiga de infância



No núcleo dos estudantes que se envolvem na guerrilha, os personagens lembram a música “Flor da Idade”, sucesso de Chico Buarque na época: Marta (Dani Moreno), uma assaltante a bancos, ama Bete (Natália Vidal), que ama Luís (Élcio Monteze), que ama Marta, fechando a ciranda.

Mas o personagem mais controverso será Fritz (Ernando Tiago), um “carrasco nazista” que só consegue sentir desejo por mulheres em situações violentas. Santiago promete uma grande virada quando o torturador se apaixonar por Chico. O diretor de teatro vai para a cadeia e tornar-se alvo de suas torturas.

“Os gays fazem parte do nosso convívio, toda família tem. E o público GLS gosta de se ver retratado nas tramas”, diz Santiago. Mas as histórias não seriam um pouco pesadas para o público do SBT, acostumado a histórias mais adocicadas? “Até agora, tive ampla liberdade para escrever. Nossa classificação indicativa é de 14 anos, e não fizemos nenhuma cena que possa ser considerada ofensiva. Mas é a resposta da audiência que vai condicionar o desfecho de cada personagem”, explicou o autor.

Amor e Revolução terá 4 personagens gays.

Não são apenas os autores de novela da Globo recheiam suas histórias com personagens LGBTs. “Amor & Revolução”, que estreia em 05 de abril no SBT, contará com ao menos quatro personagens homossexuais.



O mais polêmico deve ser Fritz (Ernando Tiago), um torturador que se apaixonará pela sua vítima favorita: o diretor de teatro Chico (Carlos Thiré). No entanto, o teatrólogo tem outro alvo na trama: o hippie João (Paulo Leal).

O lado feminino desse arco-íris será representado por mais dois romances desencontrados. Um deles é a advogada Marcela (Luciana Vendramini) (foto) que terá uma paixão não correspondida por Marina (Giselle Tigre), uma amiga de infância. Ao UOL, Luciana contou sua personagem ”vai ser muito feminina, nada caricata ou estereotipada”.

Já entre os estudantes da trama, Marta (Dani Moreno), uma assaltante de bancos, ama Bete (Natália Vidal), que é apaixonada por Luís (Elcio Monteze). A trama se passa durante a ditadura militar.

O autor Tiago Santiago, em sua segunda novela na emissora, explica a inclusão da temática LGBT. “Os gays fazem parte do nosso convívio, toda família tem. E o público GLS gosta de se ver retratado nas tramas.”

segunda-feira, 21 de março de 2011

Personagem de Marcos Breda é torturado em Amor e Revolução; veja foto.


Em uma das cenas da trama de Tiago Santiago, o personagem de Marcos Breda, Carlo Fiel, que é um comunista revolucionário, é torturado pelos militares, um deles é Aranha, interpretado por Jayme Periard.

Carlo é casado com Odete Fiel (Gabriela Alves), que também é considerada uma criminosa. Os dois são pais de Lara (Bruna Carvalho) e Alice (Thaynara Bergamim).

Amor e Revolução estreia em abril no SBT!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Teaser de "Amor & Revolução" registra boa audiência!

http://www.caras.com.br/imagens/192373/20110207165600_192373_large_cena-da-nova-novela-do-sbt-amor-e-revolucao-vaza-na-internet.jpg
Cena da novela; Jayme Periard e Joana Limaverde

O SBT exibiu o teaser de 5 minutos da novela "Amor & Revolução", nesta quarta-feira (09), aproveitado a boa audiência do Programa do Ratinho.

A trama escrita por Tiago Santiago e dirigida por Reynaldo Boury tem a coragem de passar a limpo a história recente do Brasil e contar toda a realidade da Ditadura.

Graziela Schmitt, Claudio Lins, Lúcia Veríssimo, Patrícia de Sabrit, Luciana Vendramini e Licurgo Spínola são alguns do nomes que integram o elenco da novela.

O teaser da novela marcou 10 pontos de média, pico de 12 contra 13.4 da Record e 20.1 da Globo. A trama tem estreia prevista para o dia 05 de abril.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

SBT define música de abertura de 'Amor & Revolução'!

http://natelinha.uol.com.br/img/pag/315x265/img20110215110853.jpg

O SBT definiu o tema de abertura de "Amor e Revolução", próxima novela da emissora.
 
De acordo com o jornalista Flávio Ricco, a banda MPB4 irá gravar especialmente para trama uma versão da música "Roda Viva", de Chico Buarque. O SBT também planeja lançar um CD com a trilha completa do folhetim.
 
Escrita por Tiago Santiago, "Amor e Revolução", que conta uma história de amor durante a ditadura brasileira, estreia no dia 4 de abril.

 

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

SBT bate o martelo: 'Amor & Revolução' estreará no dia 4 de abril


Amor e Revolução, novela de Tiago Santiago em produção no SBT, estreará em 4 de abril, decidiu a diretoria da emissora em reunião ontem.

Ambientada no final dos anos 1960, durante a ditadura militar, a trama inicialmente estrearia em março.
A novela deverá ser exibida na faixa das 22h.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Produtor de "Amor e Revolução" discute com equipe e sofre AVC

O clima na produção de "Amor e Revolução" não anda nada bom. Além de estar sofrendo certa "pressão" por parte de alguns setores do canal, a equipe da novela anda se estranhando nos bastidores.O produtor de elenco Sérgio Madureira e a protagonista de "Amor e Revolução", Graziela Schimitt

O último caso, grave por sinal, aconteceu na última quarta. De acordo com informações do jornal "Agora São Paulo", o produtor de elenco, Sérgio Madureira, passou mal durante uma discussão com a equipe e sofreu um acidente vascular cerebral (AVC). Segundo o jornal, o produtor está internado em coma induzido, no hospital São Luiz no Bairro do Morumbi, nem a família nem a emissora se pronunciaram até o momento.

As informações acima são do Jornal Agora São Paulo e do RD1 Audiência.

sábado, 22 de janeiro de 2011

“Amor e Revolução” terá depoimentos de Políticos e Pensadores...

“Amor e Revolução”, a nova novela de Tiago Santiago no SBT, teve sua estreia alterada para abril. O intuito é não bater de frente com a reta final do “BBB”. Como “Ana Raio” termina no início de março e, portanto, não terá como dar uma espichada na trama da Manchete, a emissora do homem do baú estuda uma solução tapa-buraco que fique no ar durante um mês, intercalando o fim de uma novela e começo da outra.

Sobre a trama de Santiago, boa parte do elenco já começou a gravar. Graziela Schimitt e Cláudio Lins são os protagonistas. Sobre a possibilidade de contar com o depoimento da Presidente Dilma Rousseff, a produção do folhetim ainda não desistiu. Emissários foram encarregados de convencê-la.  Entre outros políticos, pensadores e guerrilheiros que viveram na ditadura, o SBT já agendou com alguns. É que a cada fim de capítulo a emissora quer contar com um depoimento de quem presenciou aquela época.

De acordo com informações do jornalista Flávio Ricco, já gravaram participações o ex-governador da Bahia Waldir Pires e o vereador Ítalo Cardoso. José Dirceu, ex-ministro da Era Lula gravará nos próximos dias. A torcida é grande para que a Presidente aceite.
Redação Revista Eletrônica